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segunda-feira, 8 de abril de 2013

Iinfernal Ville , época da criação...

        
                    

ÉPOCA DA CRIAÇÃO...

HÁ MUITO TEMPO ATRÁS, NO INICIO DE TUDO, SÓ HAVIAM DUAS PESSOAS NA TERRA, UM HOMEM E UMA MULHER, ADÃO E EVA. CRIAÇÕES PERFEITAS DE DEUS, QUE VIVIAM NO ÉDEM, QUE ERA CONSIDERADO COMO O QUINTAL DE DEUS. AS LENDAS DIZEM QUE DEUS VIVIA ENTRE AS NUVENS, E NO INFINITO UNIVERSO, RODEADO POR SEUS BELOS ANJOS, RELUZENTES, MAIS DEPOIS DE SUA BELA CRIAÇÃO, O SER HUMANO, SEMPRE VIVIA AO REDOR DE ADÃO E EVA, ESCONDIDO OBSERVANDO DE PERTO. SEUS ANJOS BELOS E MAGNIFICOS JÁ NÃO PARECIAM MAIS TÃO INTERESSANTES. UM DOS MAIS QUERIDOS ANJOS CHAMADO LUCIFER, CEGO PELA INVEJA QUE NUTRIA POR ADÃO E EVA, RESOLVEU INTERVIR NA CRIAÇÃO DIVINA, SEM O CONHECIMENTO DE DEUS DESCEU AO PARAISO E SE TRANSFORMOU NUMA LINDA SERPENTE, ONDE SE ESGUIAVA PELOS GALHOS DA FABULOSA ARVORE DA VIDA, ONDE ACREDITAVA SE TER O MAIS PRECIOSO FRUTO, QUE FORA PROIBIDOS A ADÃO E EVA POR DEUS.
("Come deste fruto", "come do fruto desta árvore e serás igual a Deus")
LUCIFER EM FORMA DE SERPENTE SEDUZIU EVA, QUE NÃO OUVIU OS CONSELHOS DE SEU PARCEIRO ADÃO, QUE DIZIA QUE O FRUTO PORIBIDO JAMAIS DEVERIA SE RETIRADO DA ARVORE DA VIDA E SER CONSUMIDO. MAIS EVA CEGA PELA VAIDADE, ACREDITOU NAS PALAVRAS SEDENTAS DE INVEJA DE LUCIFER E PROLIFEROU A ARVORE SAGRADA E DE SEU FRUTO COMEU.
APÓS ISSO LUCIFER VOLTOU A SUA LINDA FORMA ANGELICAL E CONTOU A DEUS O OCORRIDO, QUE FICOU FURIOSO. TODOS ACREDITAVAM QUE DEUS HAVIA OS EXPULSADOS DO EDEN MAIS NA VERDADE, DEUS ABANDONOU O EDEN, QUE VEIO A SE TORNAR ANOS A FRENTE EM INFERNAL VILLE.
NÃO CONTENTE COM A DECISÃO DE DEUS, LUCIFER QUERIA QUE DEUS RETIRASSE AS ALMAS DOS HUMANOS, DIZENDO QUE ELES NÃO SÃO DIGNOS DE TAL HONRARIA DADA POR DEUS, E QUE OS ANJOS, PRINCIPALMENTE ELE DEVERIA TE-LA E REINAR SOBRE A TERRA.
DEUS EM TODA SUA SABEDORIA, JA HAVIA DESCOBERTO, EM SUA ONIPOTENCIA, A TRAIÇÃO DE SEU PROPRIO ANJO. SABENDO QUE JA NÃO MAIS TERIA ESCOLHA, LUCIFER INICIOU UMA GRANDE GUERRA NO CÉU, ONDE MUITOS ANJOS QUE LUTARAM A FAVOR DE DEUS, MORRERAM. UM MASSACRE DISCOMUNAL, POIS LUCIFER JA HAVIA PREMEDITADO QUASE TUDO, A BATALHA SE ESTENDEU ATÉ O ANTIGO EDEN, QUE AINDA HAVIA PERMANECIDO INTOCAVEL. ADÃO E EVA JA HAVIA CRIADO SUA PROLE, E DEUS PARA PROTEGE-LOS, ENVIOU SEUS ANJOS A INFERNAL VILLE ONDE A BATALHA ACIDUA PELO PODER, LEVOU LUCIFER A DESFERIR SUA ULTIMA CARTADA.
USANDO EVA E ADÃO COMO ESCUDO SE APROXIMOU DE DEUS, E TENTANDO NEGOCIAR SEU REINADO NA TERRA A FAVOR DA VIDA DAQUELES QUE DEUS HAVIA CRIADO. DEUS ENTÃO RESOLVEU ATENDER O PEDIDO DE LUCIFER, MAIS NÃO DO JEITO QUE O MESMO ESPERAVA, BANIU-O DO CÉU JUNTO COM SEUS ANJOS GUERREIROS E REALMENTE DEU A ELE O REINADO NA TERRA, MAIS EM SEU INTERIOR, NO INFERNO. ABAIXO DO ANTIGO ÉDEN, AGORA CHAMADO DE INFERNAL VILLE.
ADÃO E EVA RETORNARAM AO ANTIGO ÉDEN, MAIS AGORA SOBRE A PROTEÇÃO DIVINA, FEITA ATRAVÉS DOS ANJOS DO SENHOR.
MAIS DESCONTENTE COM A SITUAÇÃO, LUCIFER NÃO SE DEU POR VENCIDO E TAMBÉM ENVIOU A INFERNAL VILLE SEU CLÃ DEMONIACO, CUJA A UNICA INTENÇÃO ERA DE SEDUZIR OS FRACOS HUMANOS E TORNÁ-LOS SEUS ESCRAVOS E MATAR ANJOS COMO UMA AFRONTA DIRETA A DEUS.
LUCIFER TROUXE OS CONHECIMENTOS DOS DEUSES PRA TERRA, ALGO CHAMADO CABALA. EM PACTOS DEMONIACOS LUCIFER OFERECIA A FRACOS HUMANOS PODERES MÁGICOS, EM TROCA DE SUA ALMA, ONDE SURGIU A ALQUIMIA E POSTERIORMENTE OS MAGOS.
NESSA GUERRA TODA, ACREDITA-SE QUE ADÃO HAVIA ABANDONADO A VAIDOSA EVA AO RELENTO, E SE ENCONTROU COM A MÃE TERRA ONDE GEROU UMA RAÇA CHAMADA LYCANS, PODEROSAS CRIATURAS MEIO HOMEM, MEIO LOBO, PARA QUE PROTEGESSEM AS FLORESTAS E TODAS A VIDA SELVAGEM DA DESVASTAÇÃO PELO PODER.
EVA INSATISFEITA COM TUDO ISSO SE UNIU COM UM ANJO CAIDO, ONDE DESSA RELAÇÃO SURGIRAM SERES FANTASTICOS, SÓ QUE SEDENTOS DE SANGUE, SANGUE DA PROPRIA PRÓLE DE EVA, SANGUE HUMANO, CRIATURAS FORTES E BELAS POIS CONDENADA A VIVEREM NA NOITE.
JÁ NÃO PODENDO MAIS CONTER A FURIA DA MÃE TERRA E DOS SEUS PRÓPRIOS FILHOS, ADÃO ENTÃO RESOLVE ABANDONÁ-LA, E A MÃE TERRA SENTINDO-SE TRAIDA, RESOLVE TAMBEM PROLIFERAR A CARNE HUMANA.
COM O ENFRAQUECIMENTO DA FÉ, NOVAS CRIATURAS SURGIRAM, FURRYS, ANIMAIS QUE COM A NECESSIDADE DE SOBREVIVENCIA COMEÇARAM A ANDAR ERETOS, TOTALMENTE SELVAGENS, BEM COMO SEUS PARENTES MEIO DISTANTES CHAMADOS NEKOS, GERADOS PELA BLASFEMIA DA UNIÃO ANIMAL COM HOMEMS, CRIATURAS QUE NÃO TEM CULPA DA SUA ORIGEM, POR ISSO SEMPRE ESTÃO FELIZES E DISPOSTOS A PROTEGER A NATUREZA.
COM TODOS ESSES ACONTECIMENTOS, ADÃO E EVA SE ENCONTRARAM NOVAMENTE, E GERARAM MAIS FILHOS, DANDO CONTINUIDADE A RAÇA HUMANA. MAIS ADÃO VENDO SEUS FILHOS SENDO MULTILADOS, POSSUIDOS E ATÉ MESMO SUGADOS ATÉ A ULTIMA GOTA DE SANGUE, RESOLVE PEDIR A AJUDA DE DEUS NOVAMENTE.
SEM FALAR COM SUA CRIAÇÃO DEUS ENVIA ANJOS COM UMA PODEROSA ARMA, CHAMADA ESPADA CELESTIAL, E DA A CHANCE A ADÃO DE SE REDIMIR DE SEUS PECADOS.
LUCIFER SABENDO DO OCORRIDO SE DIRIGE NA MESMA DIREÇÃO PARA EVITAR QUE ADÃO CONSIGA A ESPADA E MAIS UMA GUERRA SURGE ONDE MUITOS MORREM E A ESPADA SE PERDE AM ALGUM LUGAR DE TEMPO OU ESPAÇO NO ANTIGO ÉDEN, QUE AGORA É CHAMADO DE INFERNAL VILLE.
NOTAS:
"Quando os Anjos da Bíblia se revoltaram e foram expulsos pelo Criador, eles eram conhecedores de muitos segredos divinos. Revoltados, ensinaram aos homens conhecimentos sagrados, entre eles a Alquimia, a Magia e a Cabala”.
Por esta razão o conhecimento daquelas ciências deveria ser interditado aos homens, e o seu estudo catalogado como pecado pelas religiões. Seria, assim, em decorrência de sua origem, ciências do mal por haverem sido ensinadas pelos "anjos caídos" que, segundo a tradição bíblica, vieram a se construir demônios ao serem expulsos do céu. Por esta hipotética origem, tanto ou quanto fantástica e inverídica, a Cabala, juntamente com outras “ciências herméticas”, foi condenada por ser considerado fruto de uma traição de segredos de Deus.

                        ÉPOCA MEDIEVAL SÉCULO I A.C
               
            INFERNALL VILLE ESTAVA ATÉ POUCO TEMPO EM PAZ.  A ESPADA DO PODER, DESAPARECIDA APÓS A ULTIMA GUERRA ENTRE O CÉU E A TERRA, A MILENIOS DE ANOS ATRÁS, MOSTRA SINAIS DE SEU PODER.
            A PAZ EM INFERNAL VILLE JÁ NÃO É MAIS CONSTANTE, A BUSCA PELO PODER É INCESSANTE, E MUITAS BATALHAS JA FORAM INICIADAS, TRAMAS E TRAIÇÕES, ASSASSINATOS E ROUBOS, O ÓDIO ALIMENTADO PELO PODER SE ESTABELECE NA VILA.
            DEZ RAÇAS, VAMPIROS, LYCANS, DEMONIOS, ANJOS, FURRYS, DRAGÕES, NEKOS, HUMANOS, HUNTERS E MAGOS, TODOS EM BUSCA DO PODER SUPREMO, QUE LHE DARA A POSSIBILIDADE DE CONQUISTAR O MAIS COBIÇADO TERRITORIO DO MUNDO, O QUINTAL DE DEUS, O ANTIGO ÉDEN, AGORA CHAMADO INFERNAL VILLE.
            ESCOLHA SUA RAÇA, ENTRE NESSA LUTA, SEJA BOM OU MAL, MAIS SEJA FORTE, POIS QUANDO O DEMONIO SUSSURRA NO SEU OUVIDO, CUIDADO, ELE PODE ESTAR AO SEU LADO QUERENDO SUA ALMA.


HISTORIA DE INFERNAL VILLE, ESCRITA POR SILFER HANDRICK.

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Joguei muito tempo em Infernal e é um lugar bem legal e muito bem administrado tbm !
Fica a dica... =)
By ♥By R.G.♥
     

terça-feira, 26 de março de 2013

Cronica O regresso do Baghera


Mano mais lindo !
Orgulhoooo...
Além de ser meu maninho claro, um super rpegista !
Olha que show...



O REGRESSO DO BAGHEERA
                       
Em tempos longínquos, em uma remota época, habitava em Infernal Ville, um poderoso e viajado felino Bagheera, dotado de impecável educação e conhecimento, proveniente da grande tribo dos Bastet, que vivia feliz ao meio aos seus.
Vinha caminhando, beirando a estrada em um dia escuro, quando a neblina se fazia densa, procurando encontrar uma solução para seu coração. Dotado de enorme conhecimento escolástico, conhecedor de filosofia e das forças sobrenaturais, não entendia como todo esse conhecimento o impedia de sentencionar o que mais lhe causava aflição no momento: Havia se apaixonado, e esse amor era um amor impossível. Haviam sido inúmeras tentativas de reprimir todo esse sentimento arrebatador, porém o todo poderoso e culto Bastet encontrava-se decrépito diante de tal sentimento... Foi quando decidiu partir.
O tempo correu livre enquanto o poderoso Bastet procurava o desenlace de sua dor. Ele percorreu o mundo, determinou a mudança de sua identidade humana, não obstante de ter jamais se exaurido do contato com sua grande família, sentiu a carência de estar novamente em meio aos seus e esse amor, tão dolorido outrora, já não o impedia de enfrentar esse sentimento cara a cara.
Foi quando sua líder, depois de demasiadas tentativas votadas ao insucesso, finalmente o fez convir que o melhor seria o seu regresso, pois agora, mais do que nunca sua ‘família’ clamava e necessitava de sua presença.
Novamente ele se encontrou em profunda reflexão em seus pensamentos e após um longo conflito interior, entre, a saudade de sua ‘família’, e o receio de se encontrar frente a frente com a causa de sua dor maior, decidiu pelo retorno imediato!
Porém, por traz desse seu regresso, ainda havia um mistério a se deslindar...
Qual seria o verdadeiro motivo do seu regresso?
Estaria retornando por sede de sangue?
Por fome de matança?
Ou a força do amor reprimido havia se feito gritante?
Quem foi esse homem-leopardo no passado? Que segredos ele carrega consigo?
Muitos o conheciam antes, entretanto, com a mudança de identidade são muito poucos aqueles que sabem de sua paridade absoluta...
Algo é concreto! A certeza de que ele está de volta, e dessa vez veio para ficar...
Só nos resta aguardar para termos a exposição sumária do motivo real de seu regresso...  
... Continua.
     
Por Rickevar Whitefalcon
Adaptação Trevor Arias

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Mano lindo ! a vc e a cunha toda felicidade do mundo queridos...
Fica o registro da sua crônica ok !
super exemplo...
bjãoooo
♥By R.G.♥

Crônica Rei Elfo da primeira terra

Medieval World

“Canções se farão ouvir por essas terras, canções de amor, canções de guerra, numa época de extrema harmonia, o rufar dos tambores, e o tilintar do aço vão regressar, e mais uma vez, a paz será quebrada, em nome de uma busca sem sentido...”
Gill-Gallad



Rei Elfo da Primeira Era

    Em uma data desconhecida, hoje apenas conhecida como “Inicio das Eras”, imperava a lei do mais forte. No evento hoje chamado de Guerra dos Mil anos, uma vaga de violência foi gerada por duas raças que ali habitavam. Essas duas raças eram os Demônios e os Elfos.
    Os demônios eram seres cruéis, sem piedade, viviam em orgias, assassinatos, perversões e torturas. A sua hierarquia até aos dias de hoje é questionada, envolta em confusão, onde se auto promoviam através dos atos de extermínio dos seus superiores, ou o banimento dos mesmos, com revoltas descontroladas e sede de poder.
    Os Elfos por sua vez eram seres planares, ligados ao bem, que habitavam os planos da luz. Personificação da virtude e do heroísmo são tão seres amáveis voltados à natureza, como guerreiros furiosos e hábeis, que defendiam a paz e a humanidade a qualquer custo.
    Cansados de serem perseguidos, torturados e usados como alimento, os humanos que ali habitavam se organizaram e lançaram-se num ataque desenfreado aos demônios, o massacre foi descomunal. Quando os Elfos souberam de tal feito, o mal já se tinha instalado, estavam banhados em sangue, com milhares de corpos mutilados nos campos, o frenesi dos demônios os levou a loucura total, o êxtase e o prazer acendeu a chama que faltava para o caos total, e estes partiram em passo desenfreado em direção ao Castelo da Luz.
     No meio da batalha feroz e sanguinária, eis que surge uma luz cegante, seguido de um estrondo ensurdecedor, que fez com que todos parassem e tentassem procurar abrigo. A meio desse distúrbios eis que surge em toda a sua majestade Urano, deus dos deuses, senhor de todo o universo.
    Com um simples gesto, levanta a sua mão direita, e os guerreiros mais próximos imediatamente viraram pó. Ao verem o que aconteceu, os demais correram o mais que podiam para se abrigarem temerosos pelas suas vidas. Urano, em toda a sua sabedoria, olhou com tristeza ao ver os seus filhos em total decadência, matando-se uns aos outros, o que fez com que ele interviesse.
    Justo e implacável em suas palavras, Urano obrigou-os a assinarem um tratado de paz, limitou o poder de ambos os lados a pequenas magias, mortais, mas muito inferiores as originais. Olhou para os filhos mais fracos, os humanos, e lhes concedeu poderes para que esse pudessem se defender.
    Ouve uma revolta, os demônios e os elfos teimavam em não concordar com a paz. Depois de muito discutir, assinaram um acordo de sangue, ao qual ficou acordado que nenhum dos dois lados iriam voltar a interferir nas ocorrências desse mundo, sob a pena de serem extintos por Urano.
    Entretanto, caso qualquer uma das duas raças fosse extinta, o acordo deixaria de surtir efeito, e quem sobrevivesse teria o tão sonhado poder total sobre Medieval World.
    O demônios, maliciosos como são, começaram rapidamente a tecer planos e estratégias para exterminar os elfos. E assim começou a batalha conhecida como “Idade das Sombras”. Nesse período as batalhas pelo controle total voltaram a acontecer, e em paralelo, de uma forma sombria e menos aparente, quando o sol dava lugar à lua, legiões de demônios vinham aterrorizar os pensamentos dos mortais, e esses, influenciados por tais pensamentos, acabavam por cometer várias atrocidades, fazendo com que muitos desses vissem as suas forças serem aumentadas pelos demônios através de magias negras.
    Os Elfos, irritados com a atitude dos demônios, resolveram reagir, o que trouxe ainda mais desavenças causando algum descontentamento por muitos. A história repetisse, os humanos estão novamente a serem usados como ferramenta para contornar o acordo celebrado por Urano.
    Nesse ínterim, as atitudes dos Elfos, conhecidos como sábios, eram condenadas por muitos membros do Conselho Supremo, que eram contra a tais ações, e esse fato gerou uma revolta interna, fazendo com que houvesse uma divisão e abandono por parte de muitos, renegando a sua raça, e crenças.
    Qual não foi o contentamento dos demônios ao verem os elfos enfraquecidos e quase extintos, decidiram então aumentar a pressão aos humanos, os transformando novamente em escravos, e perpetuando injúrias.
    Um grupo de humanos, desesperados e sem rumo, famintos, cansados, seguiram a procura de Urano na esperança que Esse pudesse novamente intervir.   
    Urano ouviu com calma todos os relatos trazidos até Ele, insatisfeito com as atrocidades que ouvia e via, tentou analisar todas as hipóteses, contudo, devido ao pacto celebrado milénios antes, não encontrou forma de intervir nos assuntos dos mortais, sentindo-se traído ao ver que, de certa forma, os demônios tinham conseguido arranjar uma forma de contornar o tratado.
    Para não intervir diretamente, Urano viu-se forçado a confiar forças inimagináveis aos humanos, para que esses pudessem combater o mal extremo que estava a engolir Medieval World. Assim, Urano, em toda a sua sabedoria, confiou aos humanos três cristais, o Cristal azul que representava a água, o Cristal verde, que representava a natureza, e o Cristal vermelho que representava o fogo, que quando unidos dentro de uma caixa especial, geravam um poder jamais visto por olhos mortais ou imortais, assim esse poder sem precedentes ficava ao dispor de quem possuísse os três cristais. Porém havia um preço a ser pago, esses cristais não podiam ser manuseados por mortais, então Urano pediu a sua esposa Gaia, que o ajudasse nessa tarefa, e assim, aqueles humanos que precisaram da intervenção divina, tornaram-se em seres especiais e imortais.
    Várias batalhas se seguiram a esse evento, mas após muitos anos, os esforços foram recompensados com o regresso da paz ao mundo, portanto, não havia mais a necessidade de usar os cristais, contudo, os mesmos não poderiam ser destruídos. Urano, designou um Guardião para que esse pudesse esconder os cristais e dificultar ao máximo que fossem encontrados, e a sua tarefa também era de auxiliar a qualquer custo a manutenção da paz e o total equilíbrio das forças, pois com o fim das guerras, até os imortais, outrora humanos, estão a ser levados pela tentação do poder dos cristais.
    Revoltados, os demônios entraram em desespero, precisavam de possuir os cristais, custasse o que custasse, assim obteriam a vitória final. Numa total confusão, houve uma grande guerra interna, com muitos demônios exterminados, o que causou o enfraquecimento da raça. Restaram poucos, viram os seus líderes caírem no sono eterno após essa batalhe feroz, resolveram migrar e abandonar o seu reduto em busca dos cristais, e assim, finalmente triunfarem, mas como tudo, as divisões de ideias voltaram a acontecer, e não tínhamos um só grupo desses seres, mas sim, várias seitas com líderes distintos.
    Os Elfos observavam tudo, e preocupados na possibilidade dos demônios conseguirem os cristais, resolveram também eles, em abandonar as suas terras e partirem em busca dos mesmos.
    Perante tais desenvolvimentos, Urano e Gaia, resolveram não voltar a intervir, cabia agora ao Guardião, o julgamento sobre as questões de Medieval World.
    Tanto os Demônios, quanto os Elfos, não imaginavam que os novos imortais, outrora humanos, também estavam nessa demanda, com o fim de controlar o rumo dos acontecimentos.
    Os ventos elementares, e os anciões das árvores cantam uma canção familiar, parece que um dos cristais foi encontrado.
    Rapidamente as notícias chegam aos ouvidos das várias frentes que saíram em busca dos artefatos. Desencadeando assim um acontecimento conhecido como “O Levantar do Véu”.

Guardião
Fantasma Ireman

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Amei ...
Crônica dos Elfos/Medieval Word.
♥By R.G.♥

quarta-feira, 20 de março de 2013

Tempo de Partir - Crônica de transição A.L.

 
Tempo de Partir - Crônica de transição , parte 1.

A decisão estava tomada. Tão clara quanto o sol que agora banhava Wajo Hill. Amora levantou a cabeça, e olhou a cidade lá embaixo. Da colina onde estava, podia ver a casa dos Magos iluminada pelo sol, e alguns deles já em atividade, em seus afazeres diários.
Amora sorriu. Vivera bons momentos na Cabala dos Magos de Wajo Hill.
Chegara despatriada, há muitos anos em fuga, e ali encontrara seu lar.
Porém, algo acontecera e apesar de todo o amor que tinha pelo clã , já não se sentia da mesma forma.
Seus interesses diferiam . Amora escolhera a trilha da magia , a trilha da tradição, e sentia-se só nesta escolha, e sentiu-se suas raízes se afrouxarem no solo. Quando pensou isso, seus olhos bateram no grande carvalho que trouxera de volta a vida em seu primeiro dia na Cabala, e sorriu novamente.
Mas escolheu a estrada, com suas infinitas possibilidades. Não fora fácil, não fora simples, e com certeza não fora sem dor.
Levantou-se devagar, batendo a terra das saias, inspirando a brisa salgada de Wajo. Estava tranqüila, apesar da dura decisão.
Olhou seus pertences de mão, e lembrou de sua pequena casa, já despojada de seus pertences pessoais, já embarcados no navio. Sua linda e rica horta de plantas para todos os fins. Descendo caminho em direção ao porto, pensou que talvez voltasse a Provence, aos campos de Lavanda de sua família, se a Igreja já não tivesse tomado tudo após o assassinato de seus pais. Talve procurasse Amat, seu Garou amado, onde ele estivesse.
Talvez procurasse novas pistas de sua irmãzinha Callie, já que nunca encontrara em Wajo Hill o vampiro que a levara. Talvez devesse se conformar que ela não seria mais sua maninha.
E além de tudo, todos os caminhos vão e vem. Talvez um dia voltasse. Sorriu.
Devagar , seu vulto desapareceu .

Por Amora Lavendel – Maga Verbena , Migrando para os Elfos.

BG DE ELFA, APROVADO PELA SENIOR:

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Um show de escrita !
Amora joga em Wajo e é uma rpegista renomada e respeitada.
Fica a dica...

♥By R.G.♥

terça-feira, 19 de março de 2013

Crônica Fadinha jheniferhigh



Fadinha jheniferhigh, era uma fadinha que vivia numa floresta no north da inglaterra. Ela amava ajudar as pessoas, e auxiliar em casos de doenças , sonhos inalcançaveis e desassosssego famlliar, também tinha o desígnio principal ; a busca de seu amor verdadeiro e também amava flores.
Certo dia , num reino da fantasia , perto da floresta em que vivia existiu um Rei cujo o nome era Lekin e sua Rainha cujo nome era Aradya; o Rei a amava muito, mas um dia Aradya ficou muito doente e pediu que seu guardiao mxx fosse buscar a fadinha jheniferhigh pra cuidar de sua amada; entaum, mxx saiu em busca de jheniferhigh e a trouxe para seu Rei.
Chegando ao reino, jheniferhigh comprimentou o Rei e em seguida ele a levou rapidamente para ver a Rainha. A fadinha viu que Aradya estava realmnete muito mal , e nao exitou em usar seus poderes de cura imediatamente, entao ela o curou.
O rei vendo tudo isso, ficou muito grato a esta fadinha e a convidou para morar em seu reino; " O REINO DA FANTASIA", jheniferhigh ficou muito encantada com tudo o que viu, porque ela amava flores e na floresta deste reino existia a flor mais rara que ela amava, a Tulipa Azul", assim que se aproximou da flor, aproximou-se tambem um principe do reino, o filho de Lekin, entao a fadinha se apaixonou e ele tambem, foi um encontro magico , eles se beijaram e se amaram desde o primeiro encontro , viveram muitos dias de feilicidades ,entaum casaram-se e A Fadinha jheniferhigh viveu pra sempre muito feliz com seu principe, no Reino da Fantasia.
Autora e ediçao : jheniferhigh Pexington , 19-11- 09.

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Estava em meus arquivos...
Vamos compartilhar !
=)

♥By R.G.♥

segunda-feira, 18 de março de 2013

Crônica: Foi assim parte 2 - Wajo março de 2013


Crônica: Foi assim parte 2



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Depois da infeliz idéia de sair para andar pela floresta, encontrei o homem que me salvará no dia da vingança. Com uma apresentação rápida e meio confusa soube que seu nome era Rick. Foi um encontro bacana mesmo, sem complicações se ele não resolvesse me adotar de vampira de estimação. Imaginem que não foi assim puff e virei vampira num passe de mágicas. Teve todo um ritual onde literalmente ele me fez engolir uma taça de sangue especial, feita do sangue de 7anciões que tinha um gosto pra lá de horrível. A azarada aqui deve ter engolido sangue dos  balzaques camarilas de trilhões de anos . Só a palavra ancião já dá a dica do que devia ter naquela taça de sangue... “ Bahh “ me da âncisa só de lembrar.
Cheguei a pensar que seria uma cena romântica onde a mocinha seria beijada pelo tenebroso Lord a luz luar? Não não... Acorde ! volto a enfatizar que decididamente sou amaldiçoada ! simples assim... o digníssimo Lord das trevas simplesmente quebra meu pescoço com um único golpe.Sem beijo sem nada. Só uma porretada.  Bom, ainda bem que ele era bem forte e foi num golpe só, pois eu odiaria saber que fiquei lá estribuchando por minutos antes de  morrer. Não contente, eu ainda tenho um siricuteco pois o sangue correndo em meu corpo era pior que bebida de segunda. Podia sentir o danado percorrendo meus órgãos e me matando por dentro. Morri e renasci no pé da palavra e acordei vampira . E ele ainda me fala calmamente “ confie em mim “ Pode parar... penso que quando o vir novamente, vou dar no pé o mais rápido que minhas pernas agüentarem correr. Apesar de me sentir poderosa e forte eu estava mesmo é com fome.  
A face de Rick não me saia da cabeça e eu agradecia por não ter visto nada  “ Ai meu pescocinho”  aquela voz  hipnotizante era uma armadilha e eu cedia minha confiança a ele. Tinha clareza de que agora após o ritual não tinha mais volta. Era seguir e confiar.
"Que coisa mais doida " pensava sozinha enquanto andava em direção a cidade. O cheiro das coisas a minha volta eram muito mais perceptíveis, os odores pauravam no ar , eu podia reconhecer de tudo e sentir cada detalhe. A percepção dos sentidos era indescritível . Todos os sentidos sem exceção estavam mais aguçados. Não tinha medo de nada, embora meu lado humano estivesse morto e meu lado vampirico acabara de nascer e afloradíssimo. Andando devagar e olhando a minha volta, estava impressionada com a visão que eu tinha agora. As cores das árvores estavam modificadas, pareciam mais vividas. Parei e contemplei a visão da copa da árvore. Fiquei ali fitando as folhas se mecherem, como se eu soubesse os moviemntos e para onde iriam se mover com precisão Que cena linda , o colorido era indescritível e eu sabia na integra a composição, os movimentos e a brisa que batia de leve em meu rosto. Nada era comum, tudo era mágico. Meu lado mago me dava dicas precisas. " Lary coloque 3 punhados de terra santa em um tecido " soprava uma voz em meus ouvidos. Olhei para os lados e não vendo nada cheguei a achar que estava delirando. Não questionei, apenas aceitei e o fiz. Rasguei um pedaço do tecido da minha veste e fiquei com o tecido na mão. Andei mais um pouco e logo avistei o cemitério. Cheguei perto da entrada e não adentrei, apenas peguei um punhado com as mãos por de baixo do muro e embrulhei no tecido. Era mágico saber oque fazer seguindo meus instintos , aquela terra , a primeira em que colocava as mãos depois do abraço era uma proteção. Fechei o tecido com um nó , certificando-me que a terra não cairia e guardei no meu cinto de utilidades. " Saberei a hora correta de usar isso " sussurrei baixinho e com a fome apertando sai andando retomando meu caminho em direção a cidade pensando em como me alimentar agora.
Lady Lary de hagnarock

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♥By R.G.♥



Log do abraço: Abraço de Lary


sábado, 16 de março de 2013

Crônica solo de Melanie - Wajo 2013



 Ϯ Melαnie Vαn der Woodsen Ϯ depois de uma refeição suspostamente fingida, Melanie continuava na mesa. Como quem fazia uma prece, ela se recolheu em seus pensamentos e duvidas.
 Ϯ Melαnie Vαn der Woodsen Ϯ solta as mãos e as deixam cair pela mesa. Cruzando suas pernas, seus olhos se extreitam a medida em que ela vai raciocinando mais e mais.
 Ϯ Melαnie Vαn der Woodsen Ϯ pensa em Annabell, e sua expressão se torna confusa. Franzendo o cenho, ela cruza os braços e olhando para um ponto fixo da mesa ela fica parada. Realmente não sabia o porque da garota se comportar daquela maneira. Definitivamente era muito estranho mais ela ficou ali parada analisando os fatos que tinha.
 Ϯ Melαnie Vαn der Woodsen Ϯ sorri mostrando só o minimo de seus dentes bracos. Alicya vinha agora em seu pensamento. Com ela Melanie sabia o que fazer, nunca encontrará antes alguém que pensasse como ela. Só tinha que pensar como e quando por seu plano em pratica.
 Ϯ Melαnie Vαn der Woodsen Ϯ fecha o punho e fica séria novamente quando pensa em Lary. Algo ela escondia e Melanie pressetia isso. Ela era muito observadora, parecia que sempre estava a um passo a frente de qualquer humano, o que realmente não era normal.
 Ϯ Melαnie Vαn der Woodsen Ϯ inclina a cabeça agora finalizando os fatos. Estava decidida, a encontrar um emprego, para sair do castelo um pouco. E novamente seus pensamentos começaram a fluir chegando nos vampiros que ela mau encontrava naquele imenso castelo.
 Ϯ Melαnie Vαn der Woodsen Ϯ levanta lentamente e coloca a cadeira no lugar. Virando-se para sair do recindo ela decide sair do castelo pelo silêncio que a estava incomodando.Saindo pela porta, ela faz questão de bate-la bem forte para quebrar aquele silêncio.

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Melainie nos ensina aqui uma crônica simples e sucinta, com ações rapidas e bem descritas.
Super exemplo !

♥By R.G.♥





quarta-feira, 13 de março de 2013

Crônica : “Foi assim...”


Crônica : “Foi assim...”
Seria triste se não fosse cômico o tombo que levei ao ser literalmente abandonada em cima daquela pedra. “Aquele homem parecia tão distinto” suspirava ao lembrar-me da cena da floresta. Ao menos pelas vestes, causava esta impressão. Confesso que estava decepcionada por não ter acordado num lindo castelo de príncipe, coberta de flores e começando ali uma linda história de amor.
Ah! O romance (ainda morro disso! kkk).
Ao contrário... A azarada aqui acorda na entrada da cidade de Wajo Hill com a mesma roupa a 3dias ou mais, tonta com fome e imunda? Ahahah (risos) era só a mesma roupa há três dias depois de rolar na luta corporal com um assassino e depois rolar de cima da pedra. Tudo bem que a roupa devia ter restos de sangue, muito suor e uns pares de folhas e terra grudada (o danado do tombo).
Como desgraça pouca é bobagem, e o príncipe dos sonhos não veio, conheço logo de cara mais duas mulheres (Helou ??? tem homem nesta história ???) .
Bem, melhor que ser largada as traças, duas amigas novas , Malanie e Annabele, eram melhor do que nenhuma neh? Ou 3  contando com a serviçal, ou 4 contando com a amiga imaginaria de Annabele.
Eram muitas amigas de uma única vez mesmo. Custava a crer que estava naquele lugar sinistro, vivendo agora de favores de Annabele uma mulher que eu mal conhecia. Justo eu, toda independente e dona de mim, agora não tinha sequer um teto para morar. Engraçado que Melanie, no jantar, citava Annabel como recém-chegada. Seria aquilo um tipo de abrigo para perdidas? Seria aquele homem o culpado de tudo isso? Mas que situação! que ponto eu chegara. Minha pancada na cabeça ao rolar de cima da pedra devia ter me lesado, só podia.
Ainda tinha que descobrir se aquilo tudo era sonho ou realidade.
Logo depois do jantar, aceitando ao convite de Melanie para a pernoite, acompanhei a serviçal que me levou até os aposentos. Fui subindo uma enorme escadaria em forma de caracol e quando pensei em enjoar nas voltas circulares, fui surpreendida pela enorme porta de madeira maciça. A serviçal era de tamanho médio e não aparentava ser parruda, mas confesso que ela era bem fortinha, porque a porta era um peso dos diabos. Não tinha luz, apenas dois candelabros, um de vela e outro de óleo, e um cheiro de mofo horroroso. Ela entrou primeiro, acendeu a vela, balançou a cabeça sem dizer uma palavra e saiu. Eu por vez, quase gritei implorando: “Dona, num vai não... fica só mais um tiquinho”, me borrando de medo entrei rápido e sentei em cima da cama. O barulho do vento uivando, a sombra da luz da vela... rapaz... que situação. Eu preferia matar mais um bandido que ficar naquele quarto sozinha. . Nem a máfia italiana me dava arrepios como aquele lugar. Nada seria pior que uma rajada de vento e a maldita vela apagando. Pois bem, dito e feito. Dei um pulo de cima da cama e gritei rápido em meio a escuridão: “Eu não tenho medo, sai pra lá coisa ruim que eu tô armada e vou te furar “. Falei rápido imaginando tamanha assombração lembrando dos bichões da floresta. Saltei da cama, apanhei com uma mão o punhal amarrado na perna e com a outra mão, peguei um fósforo dentro do meu cinturão. Nunca imaginei acender o fósforo com uma mão só, mas o medo faz coisas incríveis. Nem errei a mira, acertei de primeira e agradeci a luz novamente. “Uffa...” suspirei. Acendi a vela e o outro candelabro também. Melhor queimar os dois que ficar no escuro de novo. Retirei apenas o sapato e me enfiei debaixo das cobertas. Que banho que nada, o cheiro nem me incomodava mais. Ali adormeci em meio ao fedôr de xixi que fiz na calcinha quando a vela apagou. 

Cronista :  Lady Lary de Hagnarock (Raissa Geordie)
Março/2013
♥By R.G.♥
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